1. Isso é golpe?
É uma pergunta justa, e a melhor resposta é mostrar como funciona, não pedir que você acredite.
O Sávyo não pede dinheiro adiantado e não pede senha de banco, nunca. O diagnóstico da sua conta é gratuito. Se a empresa devolver algum valor, ela paga direto para você, e o dinheiro recuperado não entra na conta do Sávyo em momento nenhum.
O que o Sávyo cobra, ele cobra de forma visível e depois: a mensalidade, se você assinar, e a taxa de êxito por Pix, depois que uma recuperação de R$ 50 ou mais chegou até você. Nas duas você vê uma cobrança do Sávyo no seu extrato, e é para ser assim mesmo.
E o Sávyo não promete resultado. Nenhum. Quem promete que vai recuperar o seu dinheiro está prometendo uma coisa que não depende dele.
2. Vocês são advogados?
Não. O Sávyo é uma empresa de tecnologia, não é escritório de advocacia, não entra com processo e não representa ninguém em juízo.
A fundadora é advogada de formação. Isso explica de onde veio a ideia e não muda o que o Sávyo é.
O que o Sávyo faz é atuar em canais administrativos: SAC, ouvidoria e os canais oficiais de reclamação. Se um caso só se resolver na Justiça, o Sávyo te diz isso, te entrega tudo o que foi levantado e a decisão de procurar um advogado é sua.
3. Quem fala comigo? É uma pessoa?
Não. Quem fala com você é o próprio Sávyo, um sistema de inteligência artificial. Não existe atendente humano por trás da conversa, e o Sávyo te diz isso logo na primeira mensagem.
É assim de propósito: ler uma fatura linha por linha, comparar com o que você contratou e acompanhar prazo de protocolo é trabalho que um sistema faz melhor do que uma fila de atendimento. O Sávyo foi construído para isso, e é por isso que o diagnóstico pode ser gratuito.
E o que ele não pode decidir sozinho, ele não decide: nenhuma medida é tomada sem a sua autorização, item por item.
4. Quanto custa, exatamente?
Três coisas separadas, e vale ler as três.
Diagnóstico: grátis. Para qualquer pessoa, seja você membro ou não, sem condição. É assim que o Sávyo funciona, e está no termo que você assina.
Renegociação de preço: grátis, em qualquer valor. O Sávyo não cobra nada sobre economia: se a sua conta baixar R$ 5 por mês ou R$ 500 por mês, a cobrança é a mesma, zero. Está no termo que você assina, e o termo é a regra que vale.
Recuperação abaixo de R$ 50: grátis.
Recuperação de R$ 50 ou mais: até 30% do valor que você recebeu, cobrado só depois que o dinheiro chega. Se a empresa devolver R$ 40, você não paga nada. Se não devolver nada, você não paga nada.
Assinatura: R$ 29 por mês. É o Sávyo acompanhando suas contas todo mês e agindo quando encontra algo. As 250 primeiras pessoas pagam R$ 19 por mês, e esse preço não sobe enquanto a assinatura estiver ativa.
Duas coisas que costumam se confundir e são separadas: o piso de R$ 50 é só da recuperação. Ele não tem nada a ver com renegociação, que é grátis em qualquer valor, sempre.
5. E se vocês não acharem nada?
Você não paga nada e o Sávyo te diz que não achou nada.
Isso acontece e é um resultado legítimo. Uma conta certa é uma conta certa. O Sávyo prefere te dizer que está tudo em ordem a inventar um problema para justificar uma cobrança.
6. Vocês ficam com o meu dinheiro?
O dinheiro recuperado não passa pelo Sávyo. Quando uma empresa aceita devolver um valor, ela devolve para você, na sua conta, pelos canais dela. O Sávyo não recebe, não retém e não repassa. Isso está escrito no termo que você assina, na cláusula de exclusões.
Uma coisa que precisa estar clara e não é a mesma coisa: você vai ver uma cobrança do Sávyo no seu extrato. Depois que o dinheiro da recuperação chega até você, o Sávyo envia uma cobrança por Pix referente à taxa de êxito. Essa cobrança é separada, vem depois, e aparece no seu extrato como qualquer outra.
Então são dois caminhos diferentes: o dinheiro recuperado vem do fornecedor direto para você, e a taxa vai de você para o Sávyo, por Pix, depois.
Se em algum momento alguém te pedir para receber o valor da recuperação "em nome do Sávyo", não é o Sávyo.
7. Preciso dar meus dados bancários?
Senha de banco o Sávyo nunca vai pedir. Nem senha, nem código de verificação, nem acesso ao seu aplicativo. Se pedirem, não é o Sávyo.
Para a análise, o Sávyo precisa da foto ou do PDF da conta. Só isso.
Existe uma coisa a mais, e ela é opcional: quem é membro pode conectar o banco por Open Finance, se quiser. Serve para o Sávyo acompanhar tarifas e cobranças recorrentes sem você ter que mandar extrato todo mês. Como funciona:
- A autorização é dada no ambiente do seu próprio banco, pelo fluxo oficial de Open Finance. Você não digita senha para o Sávyo.
- O acesso é só de leitura. O Sávyo lê lançamentos. Não movimenta, não transfere, não paga nada.
- É opcional. Quem não quiser conectar continua usando o Sávyo normalmente, mandando foto da conta.
- Dá para desconectar quando quiser, e a desconexão é definitiva.
A mensalidade, se você assinar, é um pagamento seu para o Sávyo, por meio de pagamento comum, como qualquer outra assinatura.
8. Posso cancelar?
Quando quiser, por mensagem, sem custo, sem multa, sem fidelidade e sem ninguém tentando te convencer do contrário.
O mesmo vale para a autorização de atuar em uma conta: você pode revogar a qualquer momento e ela para de valer na hora.
9. O que acontece com os meus documentos depois?
Suas contas ficam guardadas para acompanhar o seu caso e comparar com as faturas seguintes, que é o que permite perceber quando algo muda. Não são vendidas, não são compartilhadas com anunciante nenhum e não vão para as empresas que estão sendo questionadas, além do que é necessário para a própria contestação.
Você pode pedir a exclusão dos seus dados quando quiser. O que fica é o registro de que uma análise aconteceu, sem os seus dados pessoais, porque o Sávyo não pode apagar o próprio histórico de atuação.
10. Como vocês ganham dinheiro? Quem paga vocês?
Você paga, e ninguém mais. É de propósito.
O Sávyo nunca recebe dinheiro de uma empresa que ele questiona: nem comissão, nem publicidade, nem acordo. Se recebesse, você nunca teria como saber de que lado ele está.
As receitas do Sávyo são a assinatura mensal e a taxa de êxito de até 30% sobre recuperações de R$ 50 ou mais que cheguem até você, cobrada depois que o dinheiro chega. Renegociação não entra nessa conta: é grátis, em qualquer valor. O que vale é o termo que você assina.
Uma exceção que precisa estar clara: se você decidir trocar de fornecedor, quem paga o Sávyo é a operadora que ganhou você, nunca você. E quando isso aparecer, a lista de opções vem com essa informação na mesma mensagem, e a ordem das opções não muda por causa de quem paga.
11. Vocês vão entrar com processo contra a minha operadora?
Não. O Sávyo não entra com processo, nem em seu nome nem no dele.
A autorização que você assina diz isso com todas as letras: ela não dá poderes para atuação judicial de nenhum tipo.
O caminho é administrativo: primeiro o SAC da empresa, com número de protocolo, depois a ouvidoria, depois os canais oficiais. Se nada disso resolver e o caso tiver cara de Justiça, o Sávyo te entrega o que levantou e você decide o que fazer.
12. Vocês vão precisar da minha senha do gov.br?
Não, e isso não é uma questão de política interna, é uma regra fixa.
Nos canais que exigem cadastro pessoal, como o consumidor.gov.br, a Anatel e o Meu INSS, o Sávyo escreve o texto da reclamação e quem envia é você, do seu login. O Sávyo não acessa credencial sua em serviço de governo, em hipótese nenhuma.
13. Quanto tempo demora?
A análise fica pronta rápido, no mesmo dia.
O resto não depende do Sávyo, depende da empresa, e por isso não existe prazo que possa ser prometido aqui com honestidade. O que existe é acompanhamento: o Sávyo registra o protocolo, marca a data, acompanha o prazo e, se a empresa ficar em silêncio, escala para o canal seguinte em vez de deixar o caso parado.
Você fica sabendo em que pé está, em cada passo, sem precisar perguntar.
14. E se a empresa simplesmente não devolver nada?
Acontece, e você não paga nada.
A taxa só existe sobre dinheiro que chegou na sua conta. Sem devolução, sem cobrança. A empresa pode recusar, e nesse caso o Sávyo te mostra a recusa por escrito, com o protocolo, e te diz quais caminhos ainda existem, inclusive os que não passam pelo Sávyo.
15. Eu já liguei, já reclamei e não resolveram nada. Por que com vocês seria diferente?
Talvez não seja. Nenhuma empresa consegue obrigar outra a devolver dinheiro por telefone.
O que muda é o que fica registrado. A maior parte das reclamações morre porque ninguém anotou o protocolo, ninguém guardou a resposta e ninguém voltou depois do prazo. O Sávyo faz exatamente essa parte chata: identifica a cobrança na fatura, descreve por que ela não deveria estar ali, protocola, guarda tudo e volta.
O Sávyo faz essa parte chata mesmo quando a cobrança é de R$ 9,90 — o valor que ninguém contesta porque dá mais trabalho do que vale.
16. Que contas vocês analisam?
Conta de telefone, internet e TV, conta de luz, fatura de cartão de crédito, extrato bancário e extrato de benefício do INSS.
Foto pelo WhatsApp já serve, desde que dê para ler. Se a foto sair torta, cortada ou escura, o Sávyo pede outra em vez de chutar o que está escrito.
17. Como vocês sabem o que eu contratei?
Na maior parte dos casos, ninguém tem o contrato guardado, e o Sávyo não precisa dele.
O ponto de partida é você: antes de contestar qualquer cobrança, o Sávyo pergunta e registra o que você reconhece e o que você não contratou. Nada é contestado sem essa confirmação.
A própria conta ajuda: ela diz qual é o seu plano e cobra em cima dele. Cobrança que a própria fatura não explica já aparece na análise.
E aqui está a parte que pouca gente sabe: quando você contesta, é a empresa que tem que provar que você contratou, não o contrário. A lei funciona assim. Se a empresa afirma que você pediu um serviço, é ela quem apresenta a prova.
Por fim, onde existe regra escrita, o Sávyo compara com a regra: tarifas de banco têm uma lista oficial de serviços gratuitos, e a operadora é obrigada a te entregar o histórico dos últimos 3 anos se você pedir.
18. Vocês vão falar com a operadora se passando por mim?
Não. O Sávyo se identifica como Sávyo, atuando com a sua autorização assinada.
Cada tipo de cobrança tem uma autorização própria, e você aprova item por item. Se o Sávyo encontrar três cobranças e você só quiser contestar uma, ele contesta uma.
E nenhuma mudança no seu contrato é aceita em seu nome. Se a operadora oferecer um plano diferente, a oferta volta para você decidir.
19. E a renegociação, tem alguma cobrança?
Nenhuma. Renegociação não gera cobrança, em nenhum valor. Isso está no termo que você assina, e o termo é a regra que vale.
Se o Sávyo conseguir baixar o seu plano de R$ 120 para R$ 90, os R$ 30 por mês são inteiramente seus. O Sávyo não cobra percentual de economia. Isso não é promoção de lançamento: está no termo que você assina.
E não existe piso aqui. O piso de R$ 50 é uma regra da recuperação, quando a empresa devolve dinheiro que já foi cobrado. Renegociação é outra coisa: ela é grátis em qualquer valor, sempre, sem nenhuma condição.
20. Vocês vendem meus dados? A empresa vai saber que eu contratei vocês?
O Sávyo não vende os seus dados. Não é assim que ele ganha dinheiro: quem paga é você, e está tudo descrito na Política de Privacidade, que é a regra que vale e só muda com um novo consentimento seu.
A empresa que está sendo questionada vai saber que o Sávyo está atuando com a sua autorização, porque não dá para contestar uma cobrança anonimamente. O que ela recebe é o necessário para tratar daquela cobrança e nada além disso.
21. Vocês têm CNPJ? Dá para conferir quem é a empresa?
SAVYO CONSULTORIA EM TI LTDA, CNPJ 68.628.641/0001-29.
O CNPJ e a razão social ficam no site e no termo que você assina, com nome e sobrenome de quem responde pela empresa. Uma empresa que atua na sua conta e não te diz quem ela é não merece a sua autorização, e o Sávyo não vai ser essa empresa.
22. Já dá para usar?
Ainda não. O Sávyo está abrindo aos poucos e a lista de espera é para avisar quem quer ser dos primeiros.
Entrar na lista não cobra nada, não compromete nada e não obriga você a assinar depois.